O velório do empresário Abilio Diniz será realizado nesta segunda-feira (19/2) no Salão Nobre do Estádio do Morumbi, em São Paulo. A cerimônia, aberta ao público, vai acontecer das 11h às 15h. O enterro será restrito a familiares e amigos.
Diniz morreu nesse domingo (18/2), aos 87 anos. Ele estava internado no hospital Albert Einstein, na capital paulista, havia mais de duas semanas tratando uma pneumonia.
O São Paulo Futebol Clube, time do coração do empresário, lamentou a morte. Em nota oficial, o clube decretou luto oficial de três dias.
“Com o mais profundo pesar, o São Paulo Futebol Clube lamenta o falecimento do empresário e ilustre são-paulino Abílio Diniz, aos 87 anos. Ele foi vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite”, postou o São Paulo em seus canais oficiais.
“Empresário, Abilio se tornou figura pública importante no cenário nacional, e sempre se fez presente no ambiente são-paulino, agregando conhecimento e muita torcida”, diz a nota.
A morte foi confirmada no fim da noite de domingo pelos parentes. “É com extremo pesar que a família Diniz informa o falecimento de Abilio Diniz aos 87 anos neste domingo, 18 de fevereiro de 2024, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite. O empresário deixa cinco filhos, esposa, netos e bisnetos, e irá ao encontro do seu filho João Paulo, falecido em 2022. Desde já, a família agradece todas as mensagens de apoio e carinho”, informou a família em nota.
Diniz teve seis filhos, quatro deles do primeiro casamento e os dois mais novos com a atual esposa. Em agosto de 2022, perdeu o filho João Paulo Diniz, morto após um infarto aos 58 anos.
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) prorrogou até 22 de março a exposição “Apropriação da Paisagem”, do Instituto Jô Clemente (IJC), exposta desde agosto de 2023 no Museu da Inclusão. A mostra gratuita exibe registros fotográficos de pessoas com deficiências intelectuais e Transtorno do Espectro Autista (TEA) já recebeu 1,4 mil visitantes, com uma média de 200 visitas por mês.
São 80 painéis fotográficos com imagens captadas por jovens, adultos e idosos atendidos pelo Serviço de Longevidade do IJC, que promove a reabilitação e a manutenção da funcionalidade deste público, e orientados pelo professor de fotografia do Instituto e curador da exposição, Allan Cunha.
As fotos são frutos da oficina de fotografia criada pelo IJC em 2020, durante a pandemia de Covid-19, como atividade terapêutica, na intenção de ressignificar momentos e lembranças. Por meio da arte, as pessoas com deficiência intelectual e Transtorno do Espectro Autista (TEA), seus familiares e profissionais encontraram um novo instrumento de conhecimento.
O Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe), órgão ligado à Secretaria de Governo e Gestão Digital (SGGD), inaugurou o Pronto-Socorro de Especialidades Cirúrgicas no Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).
O espaço, que foi totalmente reformado, foi estruturado para assistir os pacientes do Pronto-Socorro que necessitam passar por avaliação específica de especialidades cirúrgicas.
O novo setor conta com 18 novos leitos de observação, sendo um de isolamento, e cinco novos consultórios para atender os pacientes das especialidades cirúrgicas, além de uma sala unificada de medicação e apoio dos cuidados de enfermagem, todos com funcionamento 24h. Além da Cirurgia Geral, o setor contará com a retaguarda de especialidades como Urologia, Cirurgia Vascular e Neurocirurgia.
O acesso ao PS da Cirurgia-Geral pode ser feito pela Avenida Ibirapuera, nº 981 ou pela Rua Pedro de Toledo, nº 1.800, na Vila Clementino, em São Paulo (SP).
É sempre certeza de sucesso quando um município ou região consegue “casar” sua vocação econômica com sua vocação turística. E é o que acontece na cidade de Fraiburgo, que no último dia 05 de fevereiro promoveu a abertura oficial da “Colheita da Maçã 2023/2024”. O evento aconteceu no tradicional Hotel Renar e contou com participação de autoridades, produtores e jornalistas.
Para o prefeito de Fraiburgo, Wilson Ribeiro, “esse momento é importante porque a maçã é o principal item econômico de arrecadação do município e tem uma história que se confunde com a cidade. É ela que puxa também essa veia do turismo, que vem se desenvolvendo muito, as pessoas vêm para cá para ir até o pé e tirar o fruto. Essa movimentação vem fomentando nosso turismo, que se destaca em outras áreas também, mas é a maçã que atrai mais”.
Várias autoridades estiveram presentes
Mas Ribeiro quer mais, “consagrada a época da colheita da maçã, agora nosso desafio é fazer com que fora os quatro primeiros meses do ano, a gente também consiga trazer os turistas em outras épocas. Temos a colheita da ameixa e de outras fruticulturas que podem tornar nosso turismo sustentável durante todo o ano”, explica o prefeito.
A diretora de Turismo de Fraiburgo, Natalia Mendes Latrechia, conta que “a cidade recebe aproximadamente 30.000 turistas por ano para a colheita da maçã. É o turismo de experiência, com carros adaptados que levam os visitantes até os pomares e vão até as propriedades, onde são feitas degustações de pratos à base de maçã. Em toda nossa cidade a gastronomia é a base de maçã”.
A colheita é diversão garantida para todas as idades
“Nos tornamos uma potencia no turismo regional com a colheita da maçã. Para nós, esse é um período de festas, de receber turistas, movimentamos não só Fraiburgo, mas toda Rota da Amizade”, salienta Natalia.
“No período da colheita da maçã a estimativa é que o turismo injete R$ 5 milhões na economia do município. Pensando em uma cidade de cerca de 30.000 habitantes é um volume bem expressivo”, conta a diretora.
O diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM), Moises Lopes de Albuquerque, falando aos presentes
INCENTIVO ICMS – O diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM), Moises Lopes de Albuquerque, salientou durante sua fala a importância do Estado de Santa Catarina, único no sul do país, que não está tributando o ICMS na maçã. “No Rio Grande do Sul, a alíquota de 17% é um desestímulo ao consumo, o que também é lamentável para a população que deixa de consumir as inúmeras propriedades da fruta para a saúde”, enfatiza Albuquerque.
O empresário Edson Ziolkowski, CEO do Hotel Renar e o presidente da ABRAJET Nacional, Evandro Novak
EXPERIÊNCIA – Segundo o anfitrião Edson Ziolkowski, CEO do Hotel Renar, “a época da colheita é a melhor de todos os meses do ano. Ir até o pomar, colher a maçã no pé e desfrutar da fruta é uma experiência única, que atrai catarinenses e gente de todos os Estados”. O empresário conta que em suas viagens já encontrou pessoas nos Estados Unidos e no Japão que colheram maçã em Fraiburgo.
“No começo não tinha nem asfalto para chegar aqui, as pessoas vinham em estrada de terra. Depois, com o asfalto, começou a crescer o número de turistas. Daí Fraiburgo se preocupou em ter restaurantes. Depois veio tanta gente mais que nos preocupamos em fazer um hotel. A partir daí abriu o Renar, que desde 1981, quando abriu, nunca mais parou de atender clientes que vem à cidade para comer maçã”, comemora o empresário.
PRESENÇA – Entre as autoridades, também estiverem presentes no evento o secretário de Agricultura e Pecuária de Santa Catarina, Valdir Colatto, representando o governador Jorginho Mello, a secretária adjunta de turismo do Estado, Catiane Seif, o deputado estadual Ivan Naatz e o presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (ABRAJET), Evandro Novak.
Michuim, prato típico da região
ALMOÇO MICHUIM – Logo após a cerimônia de abertura da Colheita da Maçã 2023/2024 todos os presentes foram convidados para degustar um michuim, consagrado prato típico da cultura local e tradicionalmente servido na data.
Cordeiro temperado com ervas aromáticas e vinho branco, assado em espeto rotativo por no mínimo seis horas e servido no pão, em formato de sanduíche. Prática mesmo usual hoje em dia, em vista dos que preferem comer no prato.
Também foi parceira da abertura da Colheita da Maçã a gigante Fischer Agroindústria, com sede em Fraiburgo e unidade em Videira. A empresa está entre as maiores processadoras de maçãs e na unidade de Videira produz sucos e essência (aroma) para a indústria de doces, chás e cosméticos.
NÚMEROS – Santa Catarina cultiva cerca de 15,3 mil hectares de maçã. Na safra 2022/23 a colheita foi de 557 mil toneladas. Na safra 2023/2024 devem ser colhidas cerca de 496 mil toneladas de maçã, segundo estimativa da Epagri/Cepa, disponível no site do Observatório Agro Catarinense.
O meio-oeste catarinense (Fraiburgo e região) com a microrregião de Joaçaba, respondem por 13,9% da produção, sendo a variedade Gala a mais cultivada. A região vem ampliando cultivo com variedades precoces como a Eva, Condessa e Monalisa, essas duas últimas foram desenvolvidas pela Epagri e apresentam resistência às principais doenças. A região Serrana (São Joaquim e região) com as microrregiões de Campos de Lages e Curitibanos representam 85,7% da produção estadual.
Fraiburgo está na segunda colocação do Estado em produção da maçã, a área cultivada é de aproximadamente 1.781 hectares. O maior produtor de Santa Catarina é o município de São Joaquim.
O jornalismo do portal São Paulo Hoje esteve presenta na abertura da Colheita da Maçã, em Fraiburgo, através de convite da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (ABRAJET).
SUGESTÃO DE LINKS – Quando se programar para visitar Fraiburgo, não deixe de visitar os links abaixo. E boa viagem!
O governo estadual e as instituições de ensino superior parceiras do Provão Paulista Seriado aceitam até a data de hoje (15) as matrículas dos alunos convocados na terceira e última chamada unificada.
As vagas são destinadas à Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs), nos cursos que terão início no primeiro semestre.
Os estudantes convocados precisam, obrigatoriamente, efetivar suas matrículas de forma on-line até esta quinta-feira, sob risco de perder a vaga.
Além da relação completa de aprovados neste terceiro chamamento, cada estudante pode consultar suas notas na avaliação e se está apto para a etapa de matrícula no portal: https://provaopaulistaseriado.vunesp.com.br/.
Os alunos que concluíram a 3ª série nas redes estaduais e municipais de São Paulo devem acessar o portal com nome e RA (registro do aluno). Alunos de outras redes devem fornecer nome e CPF.
Caso ainda haja vagas, cada instituição tem autonomia para organizar uma nova convocação de candidatos. Portanto, a partir da sexta-feira (16), os estudantes devem estar atentos aos portais de cada instituição.
Veja o limite de horário para as matrículas online hoje (15):
O ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira, 15, uma parceria com a plataforma Serasa para renegociações de dívidas do Desenrola Brasil. Com a novidade, os consumidores poderão acessar as condições diferenciadas do programa pelo site parceiro.
Segundo o Secretaria de Reforma Econômicas, Alexandre Ferreira, a nova operação está em funcionamento desde sexta-feira, 9, e visa facilitar o acesso e ampliar o alcance na reta final do Desenrola, que acaba em 31 de março.
Com a entrada do Serasa é esperado que mais pessoas renegociem suas dívidas. A plataforma afirma que tem 188 milhões de brasileiros cadastrados, com 26 milhões de acessos mensais. Ferreira afirmou ainda que outros agentes financeiros e plataformas de crédito estão conversando com a Fazenda para outras parcerias, mas evitou falar qual o número de pessoas que a pasta espera atingir com as parcerias.
Segundo dados da Fazenda, até o momento, 12 milhões de brasileiros foram beneficiados pelo programa com R$ 35 bilhões em dívida renegociadas. A pasta afirma negociações foram registradas em todos os 5.545 municípios brasileiros. Os descontos médios superam 85%.
A artista visual e fotógrafa Karen Montija, que também é educadora e especialista em acessibilidade cultural, desenvolveu sua pesquisa de mestrado intitulada Picasso Pinta Feio: Proposta de acessibilidade à experiência estética com a arte por meio da mediação com pessoas cegas e com baixa visão em espaços culturais.
A dissertação foi apresentada no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e teve a orientação da professora Maria Christina Rizzi. O estudo teve como principal objetivo promover a integração e participação de pessoas cegas e de baixa visão em exposições de arte.
O estudo de Karen se dá em torno da criação e aplicação do que ela chamou de “Proposta de Acessibilidade e Experiência Estética (PAEE)” de exposições artísticas para deficientes visuais. A criação de uma experiência estética em artes visuais é, conforme o nome indica, pensada sobretudo para o público vidente, com espaço muito reduzido para outros sentidos.
O problema está em como proporcionar uma experiência estética a partir de uma obra que o visitante não consegue ver, ou seja, como fazer a obra de arte ser sentida. Para isso, a Paee propõe que sejam criadas novas formas de apresentar a obra. Ao invés de tentar fazer uma representação fiel da obra, são criadas possibilidades que exploram outros sentidos e perspectivas, como um enfoque histórico ou nas cores, por exemplo
Para melhor exemplificar a proposta de sua pesquisa, Karen propõe que imaginemos uma foto de “um pé sobre um navio”. Um visitante da galeria poderá ouvir a descrição da foto, ou até mesmo, em alguns casos, ter uma representação que possibilite o toque por meio de uma prancha tátil, em alto relevo, que represente a imagem. Para a pesquisadora, o método por si só não é o suficiente.
Um dos princípios da Paee é justamente propor à pessoa cega uma experiência estética.
A pesquisadora, destaca a importância de considerar o repertório, os interesses, as referências e as formas de experimentar e interagir com o mundo de cada pessoa com deficiência visual que poderá ter contato com a obra de arte, o que abre margem para novas criações.
A pesquisa de Karen é motivada por algumas experiências pessoais. Uma delas, sobretudo, da relação com seu pai, Claudio Montija, que gradativamente foi perdendo a visão em decorrência da catarata, assim como pela sua atuação profissional em espaços culturais e em sala de aula.
Em sua passagem pelo Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro, Karen teve a oportunidade de trabalhar com a educadora cega Camila Alves e a monitorar exposições para pessoas cegas e de baixa visão. Logo em sua primeira monitoria para uma pessoa cega, ela conta que sentiu que sua forma de explicar as obras não funcionaram bem. O visitante expressou sinais de cansaço, o que a fez suspeitar que ela estivesse usando informações em excesso. Quando pensa nessa época, Karen acredita que tentava suprir a falta da visão, ao invés de se concentrar nas outras potencialidades que uma pessoa cega possui.
Em sala de aula, a pesquisadora fala sobre sua experiência com Guilherme, um aluno cego do ensino médio. Irônico, doce e bem humorado, ele parecia lidar bem com a falta de visão, lembra Karen. Dessa experiência, ficou marcada uma aula que preparou sobre o Egito antigo, em que produziu uma extensa apresentação de slides com imagens que, ao final, colocou boa parte da classe para dormir, inclusive Guilherme. Em outra oportunidade, ela recorda de aplicar uma avaliação da turma: enquanto ele fez uma prova de argila, o restante da turma realizou uma avaliação convencional. Ver Guilherme isolado da turma por conta de sua deficiência visual durante a prova gerou grande incômodo na educadora.
E foi dessas primeiras experiências, e ao longo de dez anos como educadora de propostas acessíveis, que Karen acumulou muitas questões sobre como desenvolver experiências estéticas e educativas que fossem bem recebidas por pessoas cegas e de baixa visão e a trouxeram ao mestrado na ECA.
Para que a Paee fosse criada, foi preciso envolver pessoas com deficiência visual e outros profissionais. Karen destacou a contribuição de Camila Alves, que fez apontamentos para a proposta.
A expectativa de Karen é que qualquer pessoa que entre em contato com a PAEE tenha a possibilidade de aplicar, no seu local de trabalho, propostas educativas de acessibilidade. Ao criar novas formas de percepção das obras de arte, é possível integrar as pessoas com deficiência visual a outros públicos que visitam a mesma exposição.
O primeiro artista a ser mediado por meio da Paee foi Pablo Picasso, com a pintura El pintor y la modelo e outras obras. O foco foi fazer um trabalho acessível em conjunto com pessoas cegas, em que foram criadas obras que buscassem alcançar a expressividade da obra original ao invés de fazer uma representação fiel dela. A ideia era que a pessoa cega experimentasse a desfiguração humana no próprio corpo, a partir de materiais como espuma e tecidos, com pesos e tamanhos diferentes, que dificultavam a movimentação. Foram adicionadas cores às peças, pensando nas pessoas de baixa visão e videntes.
“O nome da minha dissertação é Picasso Pinta Feio porque uma visitante cega disse que Picasso pintava muito feio, depois de utilizar um dos recursos que a gente tinha criado, que não era uma placa tátil, mas adereços que as pessoas vestiam e sentiam no próprio corpo a desfiguração humana que Picasso pintava”
Atualmente, a Paee está sendo aplicada no Instituto Gustavo Rosa, no Sesc São Paulo e no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. A dissertação também irá se tornar livro: encorajada pela banca, a pesquisadora enviou o trabalho para algumas editoras e, ainda neste primeiro semestre de 2024, terá sua obra publicada pela Editora Appris.
Para Karen, é importante que o trabalho realizado durante o seu mestrado não se restrinja a debates direcionados ao ambiente acadêmico.
A dica para este fim de semana vai para a comemoração do Ano Novo Chinês no Museu da Imigração. Na programação especial de sábado e domingo, o público poderá desfrutar de uma série de atividades que revelam um pouco mais sobre a medicina, cultura, música e culinária chinesa.
Os visitantes também poderão assistir à famosa dança do dragão e do leão chinês, além de uma demonstração de luta de Kung Fu. No sábado, a entrada é gratuita e no domingo custa R$16 a inteira e a meia R$8.
No sábado, os fãs de cultura geek podem aproveitar o festival que ocorrerá ao longo de todo dia na Fábrica de Cultura em Diadema. O evento proporciona entretenimento para todos os gostos com atrações musicais, exposições de arte, oficinas de desenhos e muito mais. E todas as atividades são gratuitas.
Já para quem gosta de circo, no domingo, acontece o espetáculo A Casa do Gelatina, no Mundo do Circo, no Parque da Juventude. A apresentação especial conta com a presença do Dojo Samuru e de alunos de aikidô, que é uma arte marcial japonesa. O espetáculo começa às 17h.
E coloca na agenda! Na quinta-feira que vem, acontece o concerto gratuito na Sala São Paulo com as três finalistas do Concurso Compositoras Latino-Americanas promovido pela Fundação Osesp. Os ingressos podem ser retirados a partir do meio-dia desta sexta-feira. Para quem não conseguir acompanhar de perto, haverá transmissão ao vivo no YouTube da Osesp.
O carnaval na cidade de São Paulo gerou um aumento de 8% a 10% no volume de vendas em relação ao mesmo período do ano anterior, projeta a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A alta está diretamente relacionada à compra de itens específicos, como fantasias, maquiagens e acessórios carnavalescos, além das vendas de supermercados, aponta Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP.
A ACSP avalia também que os dados indicam uma “trajetória ascendente” do carnaval de rua na capital.
Com a crescente quantidade de blocos, que atraem pessoas de diversas regiões, não só o setor de entretenimento é estimulado, mas também o de serviços, com a maior movimentação em hotéis, bares e restaurantes, destaca Gamboa.
O economista espera que o evento “contribua de forma positiva para o desempenho global do varejo”.
O aumento da renda dos consumidores e a maior disposição a gastar com o carnaval refletem uma recuperação gradual da economia, ressalta a ACSP.
São Paulo é conhecida por ter centenas de restaurantes com alimentos de várias partes do mundo, sendo possível encontrar desde pratos mais simples aos mais elaborados.
Apesar de ser possível encontrar qualquer tipo de comida em São Paulo, há um lanche que surgiu na cidade e faz sucesso entre os brasileiros. A coxinha de frango é muito popular e pode ser encontrada na maioria das lanchonetes, bares e restaurantes do município.
Mas, claro que há estabelecimentos que são especializados no salgado e arrasam no preparo. Um ranking do TasteAtlas listou os melhores lugares de SP para provar uma boa coxinha, confira: